Seleção Brasileira enfrenta o Paraguai pelas Eliminatórias

 

Seleção Brasileira
Legenda: Seleção comandada por Tite está invicta nas Eliminatórias Foto: Globo

 

A Seleção Brasileira entra em campo na noite de hoje, contra o Paraguai, em Assunção, pela oitava rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022.

A Seleção deve ter mudança no ataque para o jogo. No último treino antes da partida, Tite montou uma linha ofensiva com Gabriel Jesus aberto pelo lado direito do ataque, com Neymar centralizado e Richarlison na ponta esquerda.

No retrospecto geral o Brasil leva ampla vantagem. Em 80 jogos, foram 47 vitórias, 22 empates e apenas 11 derrotas, com 173 gols marcados e 66 sofridos.

Brasil e Paraguai jogam, às nove e meia da noite, no estádio Defensores del Chaco, em Assunção.

EUA anunciam doação de vacinas para Ásia, América Latina e África

Reuters/Kevin Lamarque/Direitos Reservados

 

O presidente norte-americano, Joe Biden, anunciou hoje (3) que os Estados Unidos doarão quase 19 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 para o consórcio global de vacinas Covax Facility.

A proposta de Biden é de que estas doses sejam compartilhadas entre países do sul e do sudeste asiático (7 milhões); América Latina e Caribe (6 milhões) e da África (5 milhões). O Brasil é citado entre os mais de 14 países latino-americanos e caribenhos que dividirão, entre si, as 6 milhões de unidades que o consórcio deverá destinar às duas regiões.

Além das 19 milhões de doses, pouco mais de 6 milhões de unidades de imunizante serão fornecidas diretamente aos países com alto número de casos da doença e, nas palavras de Biden, “parceiros e vizinhos, incluindo Canadá, México, Índia e Coreia do Sul.”

As 25 milhões de doses da vacina fazem parte dos 80 milhões de imunizantes que, no mês passado, o presidente norte-americano anunciou que compartilharia com outros países até o fim de junho.

Países

As quase 19 milhões de doses que serão entregues ao consórcio Covax Facility serão compartilhadas da seguinte forma:

» Cerca de 6 milhões para os seguintes países das américas do Sul e Central: Brasil, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Peru, Equador, Paraguai, Bolívia, Guatemala, El Salvador, Honduras, Panamá, Haiti. República Dominicana e outros países da Comunidade do Caribe;

» Aproximadamente 7 milhões para os seguintes países asiáticos: Índia, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka, Afeganistão, Maldivas, Malásia, Filipinas, Vietnã, Indonésia, Tailândia, Laos, Papua Nova Guiné, Taiwan e Ilhas do Pacífico;

» Cerca de 5 milhões para países do continente africano que serão selecionados em coordenação com a União Africana.

Já as seis milhões de doses prometidas a países “prioritários e parceiros” serão direcionadas para o México, Canadá, Coreia do Sul, Cisjordânia, Gaza, Ucrânia, Kosovo, Haiti, Geórgia, Egito, Jordânia, Índia, Iraque e Iêmen, e também para imunizar trabalhadores da linha de frente da Organização das Nações Unidas (ONU).

Segurança Global

“Compartilharemos essas vacinas para salvar vidas e para liderar o mundo no sentido de pôr fim à pandemia, com a força do nosso exemplo e de valores”, declarou Biden ao detalhar a iniciativa, esta manhã, e prometer, para os próximos dias, mais informações sobre os procedimentos de distribuição das doses.

“Reconhecemos que extinguir esta pandemia significa acabar com ela em todos os lugares. Enquanto o vírus [da covid-19] continuar se alastrando em qualquer outra parte do mundo, o povo americano seguirá vulnerável”, acrescentou Biden.

O presidente norte-americano lembrou que os Estados Unidos já transferiram mais de 4 milhões de doses de vacina para o Canadá e o México. E que seu governo apoia a renúncia temporária a direitos de propriedade intelectual no caso dos imunizantes como forma de acelerar a produção global de vacinas.

“Meu governo apoia os esforços de renúncia temporária aos direitos de propriedade intelectual para as vacinas contra a covid-19 porque, com o tempo, precisaremos de mais empresas as produzindo para que possamos compartilhá-las de forma equânime”, comentou Biden durante seu pronunciamento.

“A forte liderança norte-americana é essencial para acabarmos com esta pandemia e para fortalecermos a segurança global da saúde para o futuro – a fim de melhor prevenir, detetar e responder à próxima ameaça”, concluiu.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira – Agência Brasil

Dom Gilberto Pastana é nomeado arcebispo de São Luís e Diocese de Crato fica vacante

 

O Papa Francisco acolheu, nesta quarta-feira, 2 de junho, o pedido de renúncia apresentado por dom José Belisário da Silva ao governo pastoral da arquidiocese de São Luís (MA), por motivo de idade, conforme o cânon 401 do Código de Direito Canônico. Foi escolhido pelo pontífice como sucessor de dom Belisário o até então bispo de Crato (CE), dom Gilberto Pastana de Oliveira. A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) saudou o novo arcebispo e enviou agradecimentos ao novo bispo emérito.

Novo arcebispo

Paraense de Boim, dom Gilberto nasceu em 29 de julho de 1956. Estudou Filosofia na Universidade Federal do Pará e no Instituto de Pastoral Regional (IPAR), onde também cursou Teologia. Sua ordenação sacerdotal ocorreu em 27 de julho de 1985, na paróquia Cristo Libertador de Santarém (PA). Dom Gilberto Pastana Oliveira é mestre em Teologia Espiritual pela Faculdade Teresianum, em Roma.

Nomeado bispo de Imperatriz (MA) pelo Papa Bento XVI, em 3 de agosto de 2005, foi ordenado no dia 28 de outubro daquele ano, na Catedral Nossa Senhora da Conceição, em Santarém (PA). Escolheu como lema episcopal “Venha o teu reino (Mt 6, 10a)”. A posse foi no dia 13 de novembro.

Durante seu ministério em Imperatriz, dom Gilberto serviu ao Regional Nordeste 5 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) como referencial para Liturgia, para as CEBs e os leigos, de 2005 a 2016. E entre 2010 e 2015, foi presidente do Regional.

Em 18 de maio de 2016, o Papa Francisco o nomeou bispo coadjutor da diocese de Crato. Sua apresentação aconteceu na Sé Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, no dia 17 de julho de 2016. Dom Gilberto exerceu o ofício de bispo coadjutor até sua nomeação como bispo diocesano, em 28 de dezembro de 2016.

Desde 2016, dom Gilberto é bispo referencial para a Liturgia e para as CEBs no Regional Nordeste 1 da CNBB.

Bispo emérito

 

Dom José Belisário da Silva nasceu em Carmópolis (MG), em 4 de agosto de 1945 , filho de Geraldo Franklin da Silva e Ester Francisca da Silva. Religioso franciscano da Ordem dos Frades Menores, desde 1963, emitiu os votos solenes em 2 de fevereiro de 1969, ano em que foi ordenado sacerdote.

Dom Belisário cursou Filosofia no Convento São Boaventura, em Daltro Filho (RS), e graduou-se na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Divinópolis (MG). Concluiu Teologia no Instituto Central de Filosofia e Teologia da Universidade Católica de Minas Gerais. Sua ordenação presbiteral foi em 13 de dezembro de 1969, em sua terra natal.

Após exercer várias funções nas paróquias de Minas Gerais e também na congregação por 30 anos, como, por exemplo, professor, reitor, administrador e redator de revista, frei José Belisário foi nomeado bispo de Bacabal (MA), em 1º de dezembro de 1999. Sua ordenação episcopal, em Carmópolis, foi no dia 19 de fevereiro de 2000. A posse ocorreu um mês depois.

Em 2005, dom José Belisário foi nomeado arcebispo de São Luís pelo Papa Bento XVI. Tomou posse como metropolita no dia 19 de novembro daquele ano.

Em 2011, foi eleito vice-presidente da CNBB, para o período que seguiu até 2015, junto com o cardeal Raymundo Damasceno Assis, presidente, e dom Leonardo Ulrich Steiner, secretário-geral. Ao findar o período como vice-presidente da CNBB, foi escolhido como delegado da CNBB no Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) e, na sequência, eleito vice-presidente do organismo continental. Atualmente, é bispo referencial para a Comunicação no Regional Nordeste 5 da CNBB.

Na preparação para a 57ª Assembleia Geral da CNBB, em 2019, dom Belisário coordenou a comissão de redação do texto das atuais Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE 2019-2023).

Dom José Belisário recebeu de parlamentares os títulos de “Cidadão Ludovicense”, em 2015, e de “Cidadão Maranhense”, 2016.

Fonte: CNBB